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Márcio Moura
Recife (PE)
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Márcio Moura
Comentário ·
há 6 anos
Seu vizinho não te deixa descansar durante a quarentena? Saiba seus direitos!
Bianca Ragasini
·
há 6 anos
Não devemos nunca de nos abster de procurar os nossos direitos, porém, no nosso Brasil a Lei de Contravenção Penal é capenga mediante a inércia dos poderes constituidos. Um dos maiores calos é a chamada perturbação de sossego por ruido sonoro o qual quando a policia é chamada pelo 190 é sempre preterida por se tratar de não prioridade. Outro mecanismo também é o MP que nem sempre cumpre com a sua função utilizando o argumento de número reduzido de pessoal para atender as denúncias. Praticamente a mesma argumentação da PM. Nem sempre quem faz a denúncia quer se identificar para evitar o confronto com o vizinho e ai NEM investigação é feita pelas instituições correspondentes. É muito complicado a situação de quem vivencia isso na prática. De toda forma, parabéns pelo texto!
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Márcio Moura
Comentário ·
há 6 anos
Como fica meu aluguel durante a PANDEMIA do Coronavírus?
Nathalia Ferreira de Oliveira
·
há 6 anos
É imperativo enfatizar que não se deve com isso criar a "industria" da inadimplência. Com isso, alguns (inquilinos) se pautarem em alguma decisão e empurrarem as despesas para o locador, inclusive de taxas de condomínio, IPTU e outras. Afinal, alguns locadores tem sua fonte de renda e sustento dessas locações não podendo assim serem penalizados!
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Márcio Moura
Comentário ·
há 6 anos
Contratos de locação e despejos: como ficam na pandemia?
Bruno Zaramello
·
há 6 anos
Realmente, fica complicado para quem tem um ou alguns imóveis e depende para sobreviver ou complementar a sua renda, afinal, suas contas também não serão suspensas. Ficará desasistido por conta da pandemia? Até entendo que o locatário que perde a sua receita ou parte dela não poderá manter as suas despesas. Por outro lado, não se pode sacrificar o dono do imóvel lhe retirando o direito do seu aluguel da sua propriedade.
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Isa Bel
Comentário ·
há 7 anos
OAB pede que governo suspenda abertura de cursos de Direito por cinco anos
João Leandro Longo
·
há 7 anos
Exato, mas a OAB se interessa apenas em controlar o exercício do direito no país. Pelos exames da OAB, mal feitos e mal corrigidos, ela determina quem pode ou não exercer a profissão. Depois obriga à uma filiação, sendo que sem essa filiação e aprovação dela, um profissional formado dentro de uma universidade reconhecida pelo MEC, q é o suficiente para determinar se pode ou não trabalhar, não poderá fazê-lo. Ela quer o controle absoluto sobre o exercício do direito. Tenho minhas dúvidas sobre a efetividade das ações dela.
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Maugeri dos Santos Sa
Comentário ·
há 7 anos
OAB pede que governo suspenda abertura de cursos de Direito por cinco anos
João Leandro Longo
·
há 7 anos
Muito bom o seu comentário sobre o tema! O que poderíamos discutir, entendo eu, sobre tais iniciativas da OAB, em querendo "demostrar serviço," no sentido de orientação ao sistema de ensino acadêmico para com os cursos de direito, não me parece estar definitivamente interessada neste tema. Pois, o momento atual, com os constantes ataques da sociedade em referência aos Conselhos e de resto a própria Ordem (OAB), não resta dúvida que está mais do que na ora de fazer revisões nestas entidade e instituições, dando mais transparência à sociedade em geral. Na minha opinião, somente proibir a iniciativa de abertura de mercado no campo educacional, precisamente das faculdades de Direito, não me parece ser o mais correto, ainda mais com a desculpa de medir a qualidade do ensino em voga, pois bem sabemos que os métodos de avaliações destas entidades está aquém, em muito, de podermos formar razão da qualidade destas faculdades, muito distantes dos métodos desejáveis à visualizarmos uma efetiva formação do acadêmico, em condições de verdadeiramente Operar o Direito, com bônus para a sociedade jurídica e em geral da população. Aí, reside a questão, formar bacharéis em direito com claro objetivo de prestar concursos, o que indiscutivelmente estamos vivenciando, não vai mudar quase nada a proposta do bloqueio à novas faculdades, pois não podemos esquecer que por traz de muitas instituições de ensino há uma corrente avassaladora dos ditos "Cursinhos" , fonte de renda extra destas instituições de ensino superior. E, ainda que tudo possa ser a solução, eu gostaria de entender, e aí, teremos que refletir e questionar sobre as instituições governamentais, reguladoras do ensino superior, Ministério da Educação, conselhos etc., quanto a esta atual distensão em referência as exigências para o ingresso em cursos superiores, pelas universidades, faculdades... Em exigir, através de uma seleção adequada à que o candidato venha a demonstrar uma base educacional qualificada à cursar o desejado - Provas Vestibular rígidas, como num passado não muito distante eram aplicadas. Será que com medidas desta natureza, em solicitar revisão neste sentido não estaríamos contribuindo muito mais? Eis, que assim sendo, o ensino de base seria mais exigido e qualificado, o que voltaríamos a fortalecer nossa educação, rumo a uma formação qualificada e de excelência? Será que precisaríamos de exame de ordem, o que para mim, parece um vestibular ao inverso, assim como alega a OAB (qualificadora de formar advogados para o mercado), podendo traçar este paralelo, dizendo que bastaria um aluno inscrever-se em um cursinho preparatório do ensino superior e, prestando o exame OAB, aprovado, PORTAR uma carteira de conselho, estaria apto a titulação de ADVOGADO? Isto é pouco! Precisamos, urgentemente, é de uma reforma geral na educação em nosso país.
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Eduardo Sefer
Comentário ·
há 7 anos
Fim do exame de ordem: qual o real interesse do governo e da base aliada no enfraquecimento da advocacia?
Sanzio Peixoto
·
há 7 anos
Por partes. A OAB é uma guilda pestilenta e parasitária, que se nutre do sangue dos advogados e de traficâncias e negócios escusos, e o maior entrave à advocacia que jamais foi concebido em terras tupiniquins - mais até que 300 anos de atuação do Santo Ofício - a qual tenho a infelicidade de ser obrigado a me associar - e de ser extorquido todos os anos.
Porém, contudo e todavia, por um grave déficit que se verifica em grande número dentre as hostes de bacharéis recém-formados (chamemos pelo nome técnico - "analfabetismo funcional"), é preciso garantir uma qualidade mínima de quem sai de nossas (usualmente péssimas) faculdades.
Não digo que precisa ser o exame da OAB (de minha parte, a OAB seria virada ao avesso e extinta). Mas é preciso alguma coisa para garantir o mínimo necessário para o exercício da profissão. Um exame. Quem sabe, pelo MEC.
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